{"id":1191,"date":"2019-05-23T11:00:24","date_gmt":"2019-05-23T14:00:24","guid":{"rendered":"https:\/\/brasconta.com.br\/site\/?p=1191"},"modified":"2019-05-23T11:00:24","modified_gmt":"2019-05-23T14:00:24","slug":"mercado-mobile-estudo-aponta-novas-tendencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brasconta.com.br\/site\/2019\/05\/23\/mercado-mobile-estudo-aponta-novas-tendencias\/","title":{"rendered":"Mercado Mobile: estudo aponta novas tend\u00eancias"},"content":{"rendered":"<div class=\"itemIntroText\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Relacionamento pr\u00f3ximo e verdadeiro com o cliente. Este ser\u00e1 o grande diferencial entre as empresas inovadoras e bem sucedidas daquelas que est\u00e3o lutando apenas para se manter no mercado. Essa \u00e9 uma das previs\u00f5es mais importantes que aparecem no 8\u00ba Relat\u00f3rio Anual de Vendas e Marketing (8th Annual Sales &amp; Marketing Report 2017), produzido pela Consumer Goods Technology (CGT) em parceria com a IDC.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"itemFullText\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode parecer clich\u00ea afirmar algo aparentemente \u201ct\u00e3o banal\u201d, mas como o pr\u00f3prio editor Chefe da CGT, Peter Breen, comenta no in\u00edcio do relat\u00f3rio, \u201ca ind\u00fastria como um todo, com frequ\u00eancia, tem se distanciado do usu\u00e1rio final e focado mais nos aspectos de produ\u00e7\u00e3o do que na satisfa\u00e7\u00e3o do cliente\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisa aponta que, nos pr\u00f3ximos 10 anos, 90% do crescimento da ind\u00fastria ser\u00e1 impulsionado por companhias que investem no engajamento com o seu cliente final. Isso mostra como, mais do que nunca, o poder est\u00e1 na m\u00e3o do cliente. Ter as melhores estrat\u00e9gias de marketing e vendas ser\u00e1 crucial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje os consumidores s\u00e3o hiperconectados e empoderados. Desejam ter sua voz ouvida e optam por produtos que realmente fa\u00e7am sentido. A melhor forma de entender e atender estes clientes \u00e9 investir na transforma\u00e7\u00e3o digital. Os consumidores s\u00e3o a for\u00e7a que impulsiona a ind\u00fastria, por isso eles precisam ser percebidos como a prioridade de qualquer neg\u00f3cio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de falarmos muito sobre transforma\u00e7\u00e3o digital e inova\u00e7\u00e3o, n\u00e3o podemos perder de vista que a maior parte dos produtos comercializados no mundo ainda passam pelos canais de vendas mais tradicionais. Mesmo que essa parcela esteja diminuindo frente \u00e0s vendas on-line, \u00e9 essencial garantir que ainda exista esse canal e que ele funcione totalmente adaptado \u00e0 necessidade dos novos clientes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A melhor performance para as transa\u00e7\u00f5es comerciais depende da uni\u00e3o de gest\u00e3o de qualidade, efetividade das vendas e otimiza\u00e7\u00e3o para o futuro. Dessa forma, voc\u00ea melhora suas vendas hoje, j\u00e1 pensando no crescimento de amanh\u00e3. Para chegar a este n\u00edvel de maturidade, o setor tem apostado em diferentes tecnologias. Internet das Coisas, mobilidade, an\u00e1lise de dados e Social Business s\u00e3o algumas delas.<\/p>\n<p><strong>Novas tecnologias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 interessante observar como cada grupo valoriza as tecnologias de modos diferentes. Em sua pesquisa, o IDC pediu para que os fabricantes apontassem qual tecnologia era mais determinante na sua estrat\u00e9gia de relacionamento com o varejo. Analytics foi apontado por 50% como muito importante. Em seguida temos a mobilidade para trabalhos em campo, com 9%. Social Business aparece com 5% e Internet das Coisas, com 2%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fato do Social Business e a IoT aparecerem com n\u00fameros relativamente pequenos pode indicar que os empres\u00e1rios n\u00e3o veem ainda como essas tecnologias podem alterar o rumo dos seus neg\u00f3cios. Mas, em pouco tempo, estes n\u00fameros devem mudar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A capta\u00e7\u00e3o de dados, para serem analisados via Big Data e Business Intelligence, j\u00e1 existe hoje e apresenta uma possibilidade de crescimento exponencial. Mas apenas captar o dado n\u00e3o leva a lugar algum. \u00c9 preciso investir em qualidade de capta\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o. Sen\u00e3o, em pouco tempo estaremos capturando milh\u00f5es de dados que ser\u00e3o simplesmente descartados. Isso \u00e9 um desperd\u00edcio de tempo, trabalho e dinheiro.<\/p>\n<p><strong>Vendas diretas ao consumidor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2016, o IDC perguntou sobre as principais \u00e1reas de mudan\u00e7as nas grandes empresas e a resposta n\u00ba1 foi a aposta em vendas diretas para o consumidor. A venda direta permite ao fabricante uma rela\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima com o cliente, pois ele tem acesso a jornada de compra como um todo. Al\u00e9m disso, se tiver o conhecimento necess\u00e1rio, ele pode investir em melhorias para a experi\u00eancia de compra e visibilidade da marca. Dessa forma, os clientes ficam satisfeitos e as empresas conseguem aumentar suas vendas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa situa\u00e7\u00e3o pode causar certo desconforto entre fabricantes e varejistas. A quest\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 que ser fabricante ainda n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de ter um pre\u00e7o menor ou uma melhor experi\u00eancia de venda. Os dois tipos de vendas ainda devem coexistir por algum tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa ainda n\u00e3o \u00e9 uma tend\u00eancia confirmada. As pessoas mudaram muito a forma como compram coisas, ent\u00e3o a principal sugest\u00e3o deste estudo \u00e9 que as fabricantes modernizem suas opera\u00e7\u00f5es e se preparem, o mais r\u00e1pido poss\u00edvel, para um mundo omnichannel.<\/p>\n<p><strong>Superando as expectativas dos clientes<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A empresa que apenas atender a demanda do cliente vai ficar para tr\u00e1s. Hoje temos consumidores muito mais antenados e cientes de sua import\u00e2ncia. Por isso, \u00e9 preciso exceder as suas expectativas, atendendo as necessidades que eles sequer sabiam que existia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A grande miss\u00e3o digital para as empresas agora \u00e9 criar experi\u00eancias de engajamento em grande escala. As expectativas e necessidades dos clientes e revendedores devem servir como um norte para as inova\u00e7\u00f5es de mercado. Mas como ser\u00e1 a implementa\u00e7\u00e3o dessas novidades e sua efici\u00eancia \u00e9 que determinar\u00e1 a lucratividade e competitividade de cada empresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Relacionamento com o cliente, engajamento, consumidores hiperconectados. Todas as a\u00e7\u00f5es das empresas precisam voltar a girar em torno dos clientes para o mercado crescer. E para isso, as novas tecnologias digitais como a mobilidade e a garantia de ter as informa\u00e7\u00f5es na ponta dos dedos na frente do cliente, ser\u00e3o fundamentais. O que hoje, para alguns empres\u00e1rios ainda \u00e9 \u201cuma s\u00e9rie de nomes complicados\u201d, em pouqu\u00edssimo tempo ser\u00e1 determinante para a sobreviv\u00eancia em qualquer setor, o que demonstra a import\u00e2ncia do alinhamento estrat\u00e9gico entre as \u00e1reas de neg\u00f3cios.<\/p>\n<p><strong>Por Sandra Vaz, Chief of Sales &amp; Marketing da\u00a0MC1 Win The Market.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relacionamento pr\u00f3ximo e verdadeiro com o cliente. 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